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		<title>Palíndromo VII</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 11:11:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesses duros tempos, em que já excedemos o intolerável na destruição dos ecossistemas que mantêm a fauna e a flora — o equilíbrio essencial para a manutenção da Vida —, mais e mais necessitamos avivar nossa conexão com a Natureza. Urge disseminar em nós e nos outros, como sementes, a mais ampla consciência e protegê-la. [&#8230;]</p>
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<p>Nesses duros tempos, em que já excedemos o intolerável na destruição dos ecossistemas que mantêm a fauna e a flora — o equilíbrio essencial para a manutenção da Vida —, mais e mais necessitamos avivar nossa conexão com a Natureza. Urge disseminar em nós e nos outros, como sementes, a mais ampla consciência e protegê-la. A natureza está em nós, dela somos fração e função.</p>



<p>Quando a consideração e o respeito pela vida forem espontâneos e lógicos — e não apenas aceitos, mas desejados —, e esse discernimento alcançar toda humanidade e orientar suas ações, teremos universalmente a harmonia e a paz que tanto necessitamos.</p>



<p>Este palíndromo foi feito para <em>Ela</em> e por<em> Ela</em>: nossa <em>Mãe Natureza</em>, ubíqua e sempiterna, que regula a nossa existência, que está por tudo e tudo mantém.</p>



<p>a luz a me ter.<br>ama, rara mãe,<br>dê ar, a mata, a tâmara.<br>e de amar a rama, retém:<br>azula!</p>
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		<title>Luz e Paixão, pinturas de Roberto Fronckowiak</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dudu Sperb]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 13:58:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Luz e Paixão, pinturas de Roberto Fronckowiak, foi o título que escolhi para a primeira mostra póstuma de obras desse artista e também sua primeira individual. A exposição permaneceu aberta para visitação no período de 20 de março a 23 de maio de 2025, de segundas a sextas, das 09h às 17h, no Museu de [&#8230;]</p>
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<p><em>Luz e Paixão, pinturas de Roberto Fronckowiak</em>, foi o título que escolhi para a primeira mostra póstuma de obras desse artista e também sua primeira individual. A exposição permaneceu aberta para visitação no período de 20 de março a 23 de maio de 2025, de segundas a sextas, das 09h às 17h, no <strong>Museu de Arte do Paço (MAPA</strong>), em Porto Alegre.&nbsp;Como curador, escrevi o seguinte texto de apresentação:</p>



<p><em>Paixão</em> significa sofrimento, martírio. Mas também amor intenso, entusiasmo. E pode igualmente se referir à vida, emoção, calor que um artista transmite através de sua obra. Ambígua, essa palavra traduz em boa medida o caráter de beleza, transcendência e inexorabilidade da existência que Roberto Fronckowiak parece sustentar em seu trabalho. Já a <em>Luz</em> — que expressa aspectos e elementos fundamentais da pintura, além de conter sentidos vários como <em>brilho</em>,<em> visão</em>, <em>inspiração </em>e <em>saber</em> —, é algo que ele visivelmente perseguia em suas pinturas e que nelas se manifesta integralmente.</p>



<p>Nascido em Rio Grande no ano de 1942 e falecido em Porto Alegre em 2019, Roberto Fronckowiak foi sem dúvida um dos grandes talentos das artes visuais surgidos no Rio Grande do Sul na segunda metade do século vinte. Autodidata, iniciou na pintura em 1958. A partir de 1960, residindo na capital, dedica-se também à modelagem em acrílico, cerâmica, fotografia, serigrafia, marchetaria e ao desenho de cenários para televisão, teatro e cinema.</p>



<p>Apesar da notável dedicação ao ofício, Roberto não chegou a promover sua produção de maneira efetiva em galerias, desenvolvendo sua atividade à margem de instâncias de legitimação oficiais. Porém, mesmo sem esforçar-se por espalhar seu nome, ele vendia suas obras em feiras — como a do antigo Largo da Epatur e a do Brique da Redenção, em Porto Alegre, e na FEARTE de Gramado —, ou mesmo em casa, onde o procuravam com frequência com o propósito de adquiri-las. Foi concebendo trabalhos de significativa qualidade, de estilo singular e cobiçados por pessoas que o admiravam que ele conquistou certa proeminência, seu <em>status</em> de artista visual, sua <em>assinatura</em>.</p>



<p>Somando à força de sua eloquência pictórica um dom natural, o estudo e o aprimoramento contínuos, a compreensão dos atributos plásticos e a habilidade no manejo dos materiais, Fronckowiak logrou constituir uma obra capaz de seduzir quem a contempla. Êxtase, surpresa, inquietação ou curiosidade são algumas das emoções que ela pode despertar. Porém, muito dificilmente suscitará a indiferença ou o tédio. Em suas imagens, que movem e comovem, há um vigor que provoca os sentidos. Nas paisagens de cores vivas e luzes delirantes, por mais que seus traços e pinceladas representem inequivocamente os objetos e os temas escolhidos, o resultado da execução não corresponde a um realismo cabal, mas sim a um universo idealizado, de gosto expressionista. É a ebulição de uma arte, por vezes quase abstrata, que se dá em jorro.</p>



<p>Para alcançar os efeitos que desejava, ele se servia de técnicas diversas, utilizando seguidamente, na elaboração de uma mesma pintura, as cerdas e o cabo do pincel, além da espátula. Também os suportes e os tamanhos eram variados — as cenas em telas pequeninas, por exemplo, são um deleite e um convite à contemplação. E, embora ele tenha privilegiado a paisagem como tema (sobretudo marinhas e cenas interioranas), uma série de destaque é a das naturezas-mortas com frutas e legumes, em que folhas de jornais servem como papel de embrulho. Nelas, as manchetes — que sutilmente trazem notícias que dão conta de seu tempo e seu lugar, situando-o como indivíduo — dividem a cena com as compras da feira, revelando uma visão crítica da condição humana e seu envolvimento tanto com os rumos do mundo, quanto com as coisas triviais.</p>



<p>Artífice intenso e profícuo, a quase obliteração de sua herança artística da história da arte do Rio Grande do Sul é algo a ser reparado. A presente exposição — primeira <em>individual</em> a reunir seus trabalhos — tem como objetivo começar a preencher essa lacuna, ao mesmo tempo em que comemora a incorporação de seis de suas obras ao acervo da Pinacoteca Aldo Locatelli, doadas por Kundry Lyra Klippel, sua última companheira.</p>



<p>Neste espaço, a partir de agora, torna-se possível conhecer e apreciar um pouco da arte de Roberto Fronckowiak, fecundo criador que dedicou sua vida a concebê-la. </p>



<p>Não pode haver doação maior por parte de um artista.</p>



<p>Dudu Sperb | curador | março de 2025</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="377" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-1-1024x377.jpg" alt="" class="wp-image-7348" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-1-1024x377.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-1-300x110.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-1-768x283.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-1-1536x566.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-1-2048x754.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="251" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-2-1024x251.jpg" alt="" class="wp-image-7350" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-2-1024x251.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-2-300x74.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-2-768x188.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-2-1536x377.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-2-2048x503.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="239" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-3-1024x239.jpg" alt="" class="wp-image-7351" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-3-1024x239.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-3-300x70.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-3-768x180.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-3-1536x359.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/expo-3-2048x479.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Apreciada por centenas de pessoas durante os dois meses em que permaneceu em cartaz, ajudando significativamente a reintroduzir a obra desse artista esquecido, destacando seu trabalho e difundindo seu nome junto ao público e no meio das Artes Visuais de nossa cidade, a exibição teve como resultado prático a aquisição de mais duas de suas pinturas pelo Museu de Arte do Rio Grande do Sul, o MARGS, além das cinco ou seis que já faziam parte de seu acervo.</p>



<p>A ideia desse resgate começou a povoar meus pensamentos há alguns anos, quando minha amiga Kundry Lyra Klippel, viúva de Roberto, me presenteou com duas pequenas telas dele, despertando-me o interesse em conhecer melhor sua pintura. Por essa época ele já havia falecido (eu o encontrei pessoalmente poucas vezes, apenas no final de sua vida, período em que a enfermidade já não lhe permitia muitas trocas). Surpreso com a qualidade do que ele havia produzido e pelo quase apagamento de sua memória como artista, propus a ela de se oferecer algumas de suas pinturas para museus. A partir das doações que ela promoveu, de várias pinturas deixadas pelo marido, para instituições como a Pinacoteca Aldo Locatelli e o MARGS (afora o investimento em restauros, emoldurações, materiais gráficos, etc.), esse projeto começou a tomar forma.</p>



<p>Além dela, inúmeras outras pessoas participaram de forma essencial desse processo. </p>



<p>Flávio Krawczik, Diretor do Acervo Artístico da Coordenação de Artes Visuais da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de Porto Alegre, reconhecendo valor naquele trabalho — à época, praticamente desconhecido —, foi quem levou à Coordenação de Artes Visuais a proposta de doação de obras de Fronckowiak. A partir de então, seis de suas pinturas passassem a integrar o acervo da Pinacoteca Aldo Locatelli. Foi também ele quem propôs formalmente a exposição na Sala da Fonte, no Paço Municipal, e quem fez o convite para que eu fosse o seu curador.</p>



<p>Igualmente importantes foram as pessoas que emprestaram obras de seus acervos particulares, entre familiares, conhecidas e amigas — cujos nomes indico abaixo, junto às imagens — e também o grupo de trabalho do Museu do Paço, sobretudo o Élcio, o Luiz e a Maria. A realização da exposição, com a complexidade que envolve uma ação como essa, só foi possível por conta dessa dedicação e amor conjuntos. Foi esse esforço e desejo coletivo que proporcionou as condições para que se reunissem, pela primeira vez após a morte do artista, quarenta pinturas e um grafite.</p>



<p>Seguem abaixo imagens das obras que fizeram parte desse evento memorável, para que quem não pode ver ao vivo tenha a oportunidade de pelo menos conhecer um pouco desse patrimônio, e para que quem esteve na exposição possa relembrar esse acontecimento significativo, que trouxe de volta à cena o trabalho de um criador talentoso, profícuo e apaixonado como foi Roberto Fronckowiak.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="747" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1-B-novo-1024x747.jpg" alt="" class="wp-image-7285" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1-B-novo-1024x747.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1-B-novo-300x219.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1-B-novo-768x561.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1-B-novo-1536x1121.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/1-B-novo.jpg 1603w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center"><em>O Araçatuba</em> &#8211; 1978 / óleo sobre eucatex / acervo Pinacoteca Aldo Locatelli &#8211;<br>doação Kundry Lyra Klippel</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="688" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/2-B-novo-1024x688.jpg" alt="" class="wp-image-7287" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/2-B-novo-1024x688.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/2-B-novo-300x202.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/2-B-novo-768x516.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/2-B-novo.jpg 1445w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Kundry Lyra Klippel</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="831" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/4-v-1024x831.jpg" alt="" class="wp-image-7283" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/4-v-1024x831.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/4-v-300x243.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/4-v-768x623.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/4-v-1536x1246.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/4-v.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Pinacoteca Aldo Locatelli &#8211;<br>doação Kundry Lyra Klippel</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="814" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/5-B-1024x814.jpg" alt="" class="wp-image-7255" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/5-B-1024x814.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/5-B-300x238.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/5-B-768x610.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/5-B.jpg 1115w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Ângela Fronckowiak</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="801" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/6-B-novo-1024x801.jpg" alt="" class="wp-image-7286" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/6-B-novo-1024x801.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/6-B-novo-300x235.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/6-B-novo-768x601.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/6-B-novo.jpg 1506w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Pinacoteca Aldo Locatelli &#8211;<br>doação Kundry Lyra Klippel</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="686" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/7-B-1024x686.jpg" alt="" class="wp-image-7257" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/7-B-1024x686.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/7-B-300x201.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/7-B-768x514.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/7-B.jpg 1453w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Kundry Lyra Klippel</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="692" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/8-B-1024x692.jpg" alt="" class="wp-image-7258" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/8-B-1024x692.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/8-B-300x203.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/8-B-768x519.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/8-B.jpg 1386w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Maria Beatriz Borges</p>



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<p class="has-text-align-center">                à <em>esquerda:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Maria Beatriz Borges                           </p>



<p class="has-text-align-center">à <em>direita:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Edi Cogo</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="2093" height="1354" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/11-B-novo-2.jpg" alt="" class="wp-image-7304" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/11-B-novo-2.jpg 2093w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/11-B-novo-2-300x194.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/11-B-novo-2-1024x662.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/11-B-novo-2-768x497.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/11-B-novo-2-1536x994.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/11-B-novo-2-2048x1325.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2093px) 100vw, 2093px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">                           à <em>esquerda:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Edi Cogo                                                          </p>



<p class="has-text-align-center">à <em>direita:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Ângela Fronckowiak</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="689" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/13-B-novo-1024x689.jpg" alt="" class="wp-image-7288" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/13-B-novo-1024x689.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/13-B-novo-300x202.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/13-B-novo-768x517.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/13-B-novo.jpg 1475w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; 1973 / óleo sobre eucatex / acervo Pinacoteca Aldo Locatelli &#8211;<br>doação Kundry Lyra Klippel</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="654" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/14-B-1024x654.jpg" alt="" class="wp-image-7266" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/14-B-1024x654.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/14-B-300x192.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/14-B-768x491.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/14-B.jpg 1335w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Maria Beatriz Borges</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="687" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/15-B-1024x687.jpg" alt="" class="wp-image-7269" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/15-B-1024x687.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/15-B-300x201.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/15-B-768x515.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/15-B.jpg 1494w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Simone Cogo Fronckowiak</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="646" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/16-B-1024x646.jpg" alt="" class="wp-image-7271" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/16-B-1024x646.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/16-B-300x189.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/16-B-768x485.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/16-B.jpg 1336w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Ângela Fronckowiak</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="818" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/17-B-1024x818.jpg" alt="" class="wp-image-7273" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/17-B-1024x818.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/17-B-300x240.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/17-B-768x614.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/17-B.jpg 1218w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Marcelo Fronckowiak e Maura Focesi</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="359" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/18-B-novo-1024x359.jpg" alt="" class="wp-image-7305" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/18-B-novo-1024x359.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/18-B-novo-300x105.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/18-B-novo-768x270.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/18-B-novo-1536x539.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/18-B-novo-2048x719.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">               à <em>esquerda:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Dudu Sperb e Lígia Petrucci                                             </p>



<p class="has-text-align-center">à <em>direita:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Dudu Sperb e Lígia Petrucci</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="347" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/21-B-novo-1024x347.jpg" alt="" class="wp-image-7306" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/21-B-novo-1024x347.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/21-B-novo-300x102.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/21-B-novo-768x260.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/21-B-novo-1536x520.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/21-B-novo-2048x693.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">     à <em>esquerda:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Marcelo Fronckowiak e Maura Focesi                             </p>



<p class="has-text-align-center">à <em>direita:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Marcelo Fronckowiak e Maura Focesi</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="656" data-id="7279" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/20-B-1-1024x656.jpg" alt="" class="wp-image-7279" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/20-B-1-1024x656.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/20-B-1-300x192.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/20-B-1-768x492.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/20-B-1-1536x984.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/20-B-1.jpg 1605w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Marco Fronckowiak</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="767" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/23-B-1-1024x767.jpg" alt="" class="wp-image-7289" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/23-B-1-1024x767.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/23-B-1-300x225.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/23-B-1-768x575.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/23-B-1.jpg 1380w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Kundry Lyra Klippel</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="783" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-B-1-1024x783.jpg" alt="" class="wp-image-7282" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-B-1-1024x783.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-B-1-300x229.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-B-1-768x587.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/24-B-1.jpg 1307w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Marcelo Fronckowiak e Maura Focesi</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="344" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/25-B-novo-1024x344.jpg" alt="" class="wp-image-7307" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/25-B-novo-1024x344.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/25-B-novo-300x101.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/25-B-novo-768x258.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/25-B-novo-1536x516.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/25-B-novo-2048x688.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">      à <em>esquerda:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Marcelo Fronckowiak e Maura Focesi                            </p>



<p class="has-text-align-center">à <em>direita:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Marcelo Fronckowiak e Maura Focesi</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="773" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/27-B-1-1024x773.jpg" alt="" class="wp-image-7293" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/27-B-1-1024x773.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/27-B-1-300x226.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/27-B-1-768x579.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/27-B-1.jpg 1328w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Pinacoteca Aldo Locatelli &#8211;<br>doação Kundry Lyra Klippel</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="765" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/28-B-1024x765.jpg" alt="" class="wp-image-7295" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/28-B-1024x765.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/28-B-300x224.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/28-B-768x574.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/28-B.jpg 1353w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Simone Cogo Fronckowiak</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="711" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/31-B-novo-1024x711.jpg" alt="" class="wp-image-7308" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/31-B-novo-1024x711.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/31-B-novo-300x208.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/31-B-novo-768x533.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/31-B-novo-1536x1067.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/31-B-novo.jpg 1991w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">           <em>no centro, acima:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Eliete Pereira Corrêa                                                  </p>



<p class="has-text-align-center"><em>abaixo à esquerda:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Pinacoteca Aldo Locatelli &#8211;<br>                                                                   doação Kundry Lyra Klippel                                                                                                                                </p>



<p class="has-text-align-center"><em>abaixo à direita:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Ângela Fronckowiak</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="675" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33-B-novo-1-1024x675.jpg" alt="" class="wp-image-7321" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33-B-novo-1-1024x675.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33-B-novo-1-300x198.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33-B-novo-1-768x507.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33-B-novo-1-1536x1013.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33-B-novo-1.jpg 1824w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center"><em>à esquerda:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Edi Cogo</p>



<p class="has-text-align-center"><em>à direita: </em>sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Kundry Lyra Klippel</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="738" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/34-B-1024x738.jpg" alt="" class="wp-image-7323" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/34-B-1024x738.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/34-B-300x216.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/34-B-768x554.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/34-B.jpg 1386w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center"> sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Kundry Lyra Klippel</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="771" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/35-B-1-1024x771.jpg" alt="" class="wp-image-7326" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/35-B-1-1024x771.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/35-B-1-300x226.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/35-B-1-768x578.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/35-B-1.jpg 1059w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Dudu Sperb e Lígia Petrucci</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="801" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/38-B-novo-1-1024x801.jpg" alt="" class="wp-image-7329" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/38-B-novo-1-1024x801.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/38-B-novo-1-300x235.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/38-B-novo-1-768x600.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/38-B-novo-1-1536x1201.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/38-B-novo-1.jpg 1783w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center"><em>acima à esquerda:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre tela / acervo Marco Fronckowiak</p>



<p class="has-text-align-center"><em>abaixo à esquerda:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Marcelo Fronckowiak e Maura Focesi</p>



<p class="has-text-align-center"><em>à direita:</em> sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Ângela Fronckowiak</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="777" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/39-B-1024x777.jpg" alt="" class="wp-image-7331" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/39-B-1024x777.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/39-B-300x228.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/39-B-768x583.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/39-B.jpg 1268w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Ângela Fronckowiak</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="881" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/40-novo-1024x881.jpg" alt="" class="wp-image-7333" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/40-novo-1024x881.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/40-novo-300x258.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/40-novo-768x661.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/40-novo.jpg 1419w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / óleo sobre eucatex / acervo Dudu Sperb e Lígia Petrucci</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="734" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/41-B-1024x734.jpg" alt="" class="wp-image-7334" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/41-B-1024x734.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/41-B-300x215.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/41-B-768x551.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/41-B.jpg 1339w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">sem título &#8211; sem data / acrílica sobre tela / acervo MARGS &#8211; doação Kundry Lyra Klippel             </p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1371" height="1796" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/42-B-novo.jpg" alt="" class="wp-image-7336" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/42-B-novo.jpg 1371w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/42-B-novo-229x300.jpg 229w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/42-B-novo-782x1024.jpg 782w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/42-B-novo-768x1006.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2025/07/42-B-novo-1173x1536.jpg 1173w" sizes="(max-width: 1371px) 100vw, 1371px" /></figure>



<p class="has-text-align-center">Autorretrato &#8211; 1984 / grafite sobre papel /acervo Kundry Lyra Klippel</p>



<p></p>
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		<title>Palíndromo VI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dudu Sperb]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2025 20:15:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Palíndromo criado em 29 de março de 2025 para o desafio 204 do grupo de palíndromistas do bsky.social, cujo tema foi &#8220;Dom Quixote&#8221;. Este foi um convite do querido Fraga, palindromista e &#8220;frasista, por assim dizer&#8221;, como ele mesmo se define.</p>
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<p>Palíndromo criado em 29 de março de 2025 para o desafio 204 do grupo de palíndromistas do bsky.social, cujo tema foi &#8220;Dom Quixote&#8221;. Este foi um convite do querido Fraga, palindromista e &#8220;frasista, por assim dizer&#8221;, como ele mesmo se define.</p>
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		<title>Florete Sicut Lilium</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dudu Sperb]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Dec 2024 01:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog Movimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Escritos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Floresça como o lírio, diz a inscrição em latim. Minha mãe se chamava Lilien, nome que deriva da palavra lilium, ou seja, lírio. Por isso, ela guardava com muito cuidado, desde os doze anos, esse santinho de suave beleza de que tanto gostava, no qual pombas e ovelhas brancas rodeiam uma figura santa que rega [&#8230;]</p>
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<p><em>Floresça como o lírio</em>, diz a inscrição em latim.</p>



<p>Minha mãe se chamava Lilien, nome que deriva da palavra <em>lilium</em>, ou seja, lírio. Por isso, ela guardava com muito cuidado, desde os doze anos, esse santinho de suave beleza de que tanto gostava, no qual pombas e ovelhas brancas rodeiam uma figura santa que rega a muda de um lírio em flor.</p>



<p>Além da melancolia quente que nos causam alguns objetos familiares, memorabilias tantas vezes contempladas e compartilhadas, o santinho que data de 1945, impresso na Itália — e que foi confeccionado, assim está escrito, como <em>lembrança do Jubileu de Ouro da Irmã Maria Hilária, religiosa franciscana</em>, uma freira que, imagino, atuava provavelmente no Colégio Bom Conselho, onde ela estudou —, provocou em mim, inicialmente, meditações sobre a pureza. Pureza que se traduz como transparência, candura, inocência, dignidade, leveza etc.</p>



<p>Abstraindo-se, porém, o cunho religioso do objeto, o que se percebe nele é igualmente a representação da “amabilidade”. Sua estampa simboliza, entre outras coisas, o quanto a vida necessita de cuidados para que possa se desenvolver em plenitude. É como um alerta de que existe a alternativa, em nós, da busca pelo aperfeiçoamento da sensibilidade e que ela se dará mais afortunadamente através da atenção que dedicarmos à vida que nos cerca e da qual somos constituídos.</p>



<p>Para isso, não há necessidade de sermos ou nos tornarmos beatos, pois o caráter divino da vida independe de religiões ou de quaisquer outros modos particulares de se entendê-la. O que ela nos confirma continuamente, com sua força e insistência em vicejar e se manter, é que todo ser é divino simplesmente por integrá-la, visto que ela<em> é tudo </em>e<em> está em tudo</em>.</p>



<p>Ao contemplar novamente essa imagem depois de muito tempo, tive também de pronto, simultaneamente, uma sensação de desagrado e tristeza ao associá-la, por oposição, à opressão da violência extrema e pública que vivenciamos e aturamos, dia-a-dia — flagelo que tolhe, ofende e contradiz qualquer sentido de conservação.</p>



<p>Florescer é medrar, resplandecer, crescer, desabrochar, desenvolver-se com prazer e com um tanto de serenidade; é dar-se ao mundo e a si mesmo. Porém, na condição de padecimento em que se encontra a humanidade, quantas vidas — de todas as formas —, conseguem desfrutar de seu próprio florescimento para poder compartilhá-lo com outras, fortalecendo assim a imprescindível cadeia de proteção da existência de que tanto necessitamos para <em>sermos</em> e <em>permanecermos</em>?</p>



<p>Atualmente, excessivas notícias atrozes nos chegam constantemente. O elevado número de mortes no Brasil, sobretudo de pessoas pretas e pobres, muitas vezes trucidadas pela força policial que, ironicamente, é um dos poderes públicos que mais deveria zelar pela vida; a destruição da natureza por trágicas ações humanas, como o desmatamento, a ação de substâncias venenosas ou incêndios que rapidamente aniquilam incontáveis formas de vida animal e vegetal, devastando biomas cuja recuperação será lenta e difícil (pois novos acontecimentos como esses ameaçam acontecer a qualquer momento), calamidades que colocam em risco nossa própria permanência no planeta; o genocídio de um povo inteiro, como a destruição da nação Palestina, de sua gente, seus bichos, seus espaços naturais e de moradia e convivência, enfim, um extermínio de quase literalmente tudo, e que vem acontecendo aos olhos do mundo sem que se consiga freá-lo, tudo isso são apenas algumas das crueldades que abalam o emocional e a sanidade no mundo. Bem sabemos que há muito, muito mais a prantear e que as perversidades que nos assolam ferem profundamente o dom da vida, esse ao qual o pequenino cartão se refere e representa.</p>



<p>&#8220;Todas as ações repercutem&#8221;, escreveu uma vez uma amiga. </p>



<p>Nossa presença no cosmos, instituindo aquilo que podemos chamar de o &#8220;mundo dos humanos&#8221;, repleto de incidentes com catastróficos desfechos e atulhado de <em>causas e consequências</em> manipuláveis, perdura na história há um longo período. Tivemos tempo e episódios suficientes para constatar que o descaso em relação às diversas formas de vida, sobretudo pelos poderosos que se impõem e constrangem esse mundo, só nos encaminha mais intensamente rumo à própria aniquilação — assim como às outras espécies e espaços de vida na Terra, que formam a nossa proteção.</p>



<p>Perceber que não há como sobreviver sem o auxílio de outras vidas — em outras palavras, que é impossível perdurar sem amor — é uma chave pra se compreender algo igualmente fundamental: que, essencialmente, nenhuma vida tem mais valor do que outra, pois tudo depende de tudo. Essa é a engrenagem que o amor engendrou para manter a Vida. Se ela falha, perdemos a sustentação. Nada existe fora dessa insuperável teia, que pulsa, nascendo e morrendo, seguindo indomável e soberana. Nela, a diversidade inimaginável dos entes que a representam é mantida e movida sobretudo pela afeição.</p>



<p>Assim, a se crer na mensagem do santinho e na experiência prática e poética da vida humana, parece que a nossa melhor estratégia de sobrevivência será acender os laços — na dimensão que for — e cuidar de toda e qualquer espécie para que ela possa, como nós, existir, florescer e irradiar a sua natureza singular. Assim como um lírio. </p>



<p>Ideais existem para serem buscados, não para desistirmos deles.</p>



<p>E porque há esse belo costume de manifestarmos nossos desejos para o ano que chega, o meu é de que evolua a consciência coletiva sobre a delicadeza da Vida e o nosso compromisso com ela: respeito, compaixão, generosidade e empenho no cuidado com todos os espécimes que aqui chegam e que daqui partem.</p>



<p>Feliz 2025!  <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2728.png" alt="✨" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p></p>
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		<title>Palíndromo V</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Aug 2024 13:12:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Palíndromo da Psicoterapia</p>
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<p>Palíndromo da Psicoterapia</p>
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		<title>Jogo de Ginga &#8211; o futebol na canção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dudu Sperb]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 11:09:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O FUTEBOL E EU (coitado) Há alguns anos, li um texto de Clarice Lispector sobre futebol com o qual me identifiquei plenamente. Sobretudo quando ela menciona sua “ignorância apaixonada” por ele, dizendo, entre outras coisas, que só tinha assistido a um jogo de futebol ao vivo e que, por isso, sentia-se como se fosse “uma [&#8230;]</p>
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<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-ast-global-color-0-color">O FUTEBOL E EU</mark></strong> <mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-ast-global-color-0-color">(coitado</mark>)</p>



<p>Há alguns anos, li um texto de Clarice Lispector sobre futebol com o qual me identifiquei plenamente. Sobretudo quando ela menciona sua “ignorância apaixonada” por ele, dizendo, entre outras coisas, que só tinha assistido a um jogo de futebol ao vivo e que, por isso, sentia-se como se fosse “uma brasileira errada&#8221;. Aquilo descrevia perfeitamente minha própria relação com o esporte — eu que jamais pus os pés num estádio para assisitir a um jogo e só acompanho Copas do Mundo. Era preciso fazer alguma coisa, algo que me permitisse sentir &#8220;um brasileiro <em>menos</em> errado”.</p>



<p>Lembrei de canções sobre o tema, que conhecia e gostava, e decidi montar um show. Assim nasceu o espetáculo “JOGO de GINGA”.</p>



<p></p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-ast-global-color-0-color">O ANO DE 2013</mark></strong></p>



<p>Há onze anos, em 24 de julho de 2013, estreamos “JOGO de GINGA”, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. Naquela noite mal poderíamos imaginar que, embora estivéssemos muito contentes com o resultado de nosso trabalho e com <em>todo o gás</em> pra continuar, só voltaríamos a apresentá-lo uma única vez, pouco depois, no Anfiteatro Pôr-do-Sol, dentro da programação da <em>Fifa Fan Fest</em>.</p>



<p>2013 foi o ano em que o Brasil sediou a Copa das Confederações da Fifa, entre 15 e 30 de junho. Apenas um mês antes da nossa estreia, em 13 de junho, ocorreu uma manifestação que entraria pra história, levando milhões às ruas — inicialmente, um ato contra o aumento nas passagens de ônibus, mas que cresceu, Brasil afora, agregando mais pautas (e outros interesses), até se transformar numa cruzada contra a presidente Dilma, um tremendo <em>bola fora</em> com trágicas consequências para o país.</p>



<p>Naquele momento em que o governo brasileiro investia pesado no futebol, erguendo ou reformando estádios para sediar a Copa — e era bastante criticado por isso nas manifestações e fora delas —, os ânimos com o esporte não eram os melhores. Em função dessa conjuntura, nosso show de certo modo acabou soando um tanto “fora do tom”. Isso, somado aos custos pra se levar adiante um tal projeto, contribuiu bastante pra sua descontinuidade. Cheguei a pensar que <em>os deuses do futebol</em> (se é que existem), contrariados por minha pífia atuação como torcedor, talvez tivessem resolvido limitar a minha chance de <em>reparação</em>, tornando-a um acontecimento fugaz. Como a me dizer: <em>não penses que uma &#8220;simples&#8221; elaboração artística poderia redimir de uma vez tamanha falta</em>.</p>



<p></p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-ast-global-color-0-color">OS REGISTROS DE ÁUDIO E VÍDEO</mark></strong></p>



<p>Apesar de termos contratado um grupo de profissionais para filmar a estreia, aparentemente a câmera só foi ligada no final do espetáculo, registrando apenas o último número e o bis. Por sorte, eu havia pedido a Leo Bracht que captasse o áudio diretamente da mesa para obtermos uma melhor qualidade ao somá-lo às filmagens. Como ficamos sem elas, este acabou se tornando o único registro sonoro do show. Na tentativa de preservá-lo, entreguei esse material a outro grande profissional do som, Marcos Abreu. E foi uma façanha o que ele logrou realizar: mesmo com as limitações de um registro mono e sem tratamento, conseguiu chegar em um som límpido, bonito, vivo.</p>



<p>A partir desse áudio, decidi então tentar compor um vídeo, algo que desse uma ideia do que foi e, também em certa medida, do que ainda poderia ter sido aquele trabalho musical.</p>



<p>Por sorte, o fotógrafo James Santos esteve presente realizando instantâneos que, embora sem propósitos profissionais e captados a partir de uma câmera mais simples, são praticamente o único acervo visual que se tem daquele momento. Essas fotos, somadas aos dois vídeos que restaram, às fotos externas tiradas pelo querido e saudoso Claudio Etges, mais as artes criadas pelo cartunista Moa, foi o material que Alex Sernambi utilizou para criar a parte visual do vídeoclipe que agora disponibilizamos com a íntegra do show.</p>



<p>Como <em>Um a zero</em> (Pixinguinha/Benedito Lacerda/Nelson Ângelo), que abria o espetáculo, não chegou a ser captada, ao invés de suprimi-la optamos por usar em seu lugar uma gravação de estúdio dessa mesma obra que havíamos feito para fins de divulgação. Dessa forma, o que se apresenta no vídeo é o roteiro completo do show, em sua ordem original. A partir dos aplausos que se ouvem após essa primeira canção, tudo é o show ao vivo, praticamente na íntegra (subtraídas apenas algumas falas que julguei demasiadas).</p>



<p></p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-ast-global-color-0-color">UM POUCO SOBRE &#8220;O ANTES&#8221;</mark></strong></p>



<p>Várias pessoas participaram da produção desse espetáculo (os nomes podem ser conferidos nos créditos finais do vídeo).</p>



<p>Como é meu costume ao conceber um show, após definir o repertório parti para a escolha dos outros músicos, junto com Toneco da Costa, que além de tocar violão foi o arranjador. Novamente, a exemplo do que havíamos feito um tempo antes no show <em>Arrabalero</em>, optamos por um <em>set</em> com dois percussionistas. Desta vez, chamamos dois grandes músicos com características bastante diferentes, mas complementares, que se utilizavam de instrumentos diversos: Diego Silveira e Marcelinho Rocha. Com eles, nossa <em>cozinha</em> ganhou bastante em cor e diversidade. Nos ensaios houve uma incrível sinergia entre todos e rapidamente nosso som foi tomando forma. </p>



<p>Quando ainda amadurecia a elaboração do show, procurei o querido e também saudoso Carlos Urbim para uma troca de ideias. Generoso e empolgado, ele fez algumas sugestões e me passou o contato do fotógrafo Ricardo Chaves que me enviou fotos suas de performances de jogadores em campo. Eram belas imagens que pensamos, inicialmente, em projetar num telão como fundo de cena. Porém, acabamos apostando, junto com a iluminadora Claudia de Bem — que criou um espaço cênico apenas com a luz —, na atenção do público sobre nós e a música. Optando, desse modo, por algo mais sóbrio, diminuímos a amplidão do palco ao concentrar o foco no quarteto, deixando o resto na escuridão.</p>



<p></p>



<p><strong><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-ast-global-color-0-color">A ESTREIA</mark></strong></p>



<p>O futebol é, por excelência, um tipo de evento em que o inesperado faz sua surpresa constantemente. Na hora da ação, mesmo o melhor jogador pode ter uma atuação aquém das expectativas, um placar pode virar de forma dramática, repentinamente, e nunca, nunca mesmo se tem por certo quem sairá vencedor. Até os últimos segundos, tudo pode acontecer.</p>



<p>Numa apresentação musical, por se tratar igualmente de um <em>campo</em> onde o espírito — ou seja, o ânimo, a energia — é quem mais define o que acontece, ocorre algo similar. Por isso, nesse show, a exemplo de uma partida de futebol, fomos <em>driblando</em> os contratempos que uma estreia sempre traz.</p>



<p>Naquela noite muito fria, uma quarta- feira, dia de jogo, tivemos a sorte e a alegria de atrair um público significativo em quantidade e qualidade. Havíamos ensaiado e cuidado com muito empenho dos mínimos detalhes. Mas tratava-se da primeira exibição do espetáculo — e daquele repertório. Estávamos emocionados e um tanto ansiosos, preocupados em fazer o melhor possível naquela hora e pouco. Além disso, eu precisava, pelo menos em parte, recuperar o investimento financeiro concernente à toda a produção, aos cachês e ao aluguel do teatro. Eram vários os cuidados. E, acima de tudo, havia o profundo desejo de que a audiência saísse contente do teatro, de que aquilo resultasse num belo espetáculo inaugural.</p>



<p>Por isso, assim como numa <em>pelada</em>, a vontade de acertar e a excitação do momento fizeram com que, aqui e ali, pintassem vacilos. Porém, apesar dessas pequenas <em>faltas</em>, foi de fato uma linda estreia. Creio que isso é perceptível, tanto pelo <em>som</em> que conseguimos realizar, como pela resposta das pessoas à nossa atuação entusiasmada e comprometida com <em>o jogo </em>e<em> a ginga</em>.</p>



<p></p>



<p><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-ast-global-color-0-color"><strong>U</strong>M DOCUMENTO AUDIOVISUAL</mark></p>



<p>Hoje, quando temos novamente a possibilidade de apreciar aquele acontecimento, a melancolia pelo fato de não termos seguido com o espetáculo fica em parte abreviada. Agora, pelo menos, possuímos esse documento, feito a partir de uma gravação que — se não é a ideal, pelo que ainda poderíamos lapidar em nossa performance musical com as repetições e o consequente amadurecimento — revela com honestidade a natureza de nossa música e sua potencialidade, além de testemunhar um tanto da empatia que se estabeleceu com o público. Infelizmente não houve uma captação direta do som da plateia e, por isso, não se ouvem todas as interações — como, por exemplo, os gritos quando cantamos os hinos do Inter e do Grêmio etc.</p>



<p>Finalmente, creio que o pequeno compêndio de canções que interpretamos nessa apresentação ajuda a salientar a importância do vasto cancioneiro sobre futebol, algo que eu imagino que não ocorra em tão grande escala e com tanta veemência em outras culturas, mundo afora. Ainda mais apresentando obras de compositores da dimensão de Milton Nascimento, Gilberto Gil, Chico Buarque, João Bosco e Aldir Blanc, Moraes Moreira, Jorge Ben Jor, Jackson do Pandeiro, Gonzaguinha, Lupicinio Rodrigues, Lamartine Babo, José Miguel Wisnik, Wilson Baptista, Zeca Baleiro etc. Essa era outra coisa que eu tencionava evidenciar quando criei esse show que considero singular — digo <em>singular</em> por não ter notícia de espetáculos similares, centrados nesse tema.</p>



<p>Nesse mergulho cênico no universo futebolístico — no qual, com enorme prazer, performei o encantamento tão comum ao povo brasileiro com uma de suas manifestações culturais mais essenciais —, sinto que expressei de modo intenso essa paixão. Fiz as pazes comigo mesmo ao me transformar num <em>torcedor</em>, mesmo que momentaneamente, exaltando jogadores, times, o jogo em si e as vivências ligadas a ele com uma devoção que jamais tive antes, nem depois. <em>Torço</em> ainda para que, com esse breve episódio de minha atividade musical, eu tenha acertado minha dívida, pelo menos em parte, e emendado minha parcela de <em>brasileiro</em> <em>errado</em>.</p>



<p>Espero também que as pessoas se alegrem ao ouvir essas canções, como foi para nós executá-las. Para uma maior imersão, aconselho a audição com fones de ouvido. </p>



<p>A quem se aventurar, um bom espetáculo! </p>



<p>Eis o link pra assisitr ao videclipe no Youtube: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=lpq6G0XOQcI">www.youtube.com/watch?v=lpq6G0XOQcI</a></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="733" height="803" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Sem-titulo-15-1.jpg" alt="" class="wp-image-6683" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Sem-titulo-15-1.jpg 733w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Sem-titulo-15-1-274x300.jpg 274w" sizes="(max-width: 733px) 100vw, 733px" /><figcaption class="wp-element-caption">Marcelo Rocha, Toneco da Costa, Dudu Sperb e Diego Silveira <br>foto: Claudio Etges</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="761" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-foto-James-Santos-1-1024x761.jpg" alt="" class="wp-image-6684" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-foto-James-Santos-1-1024x761.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-foto-James-Santos-1-300x223.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-foto-James-Santos-1-768x571.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-foto-James-Santos-1-1536x1141.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-foto-James-Santos-1.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">foto: James Santos</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-13-James-Santos-1-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-6702" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-13-James-Santos-1-1024x682.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-13-James-Santos-1-300x200.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-13-James-Santos-1-768x512.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-13-James-Santos-1-1536x1024.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-13-James-Santos-1.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">foto: James Santos</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="724" data-id="6685" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-2-foto-James-Santos-1024x724.jpg" alt="" class="wp-image-6685" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-2-foto-James-Santos-1024x724.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-2-foto-James-Santos-300x212.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-2-foto-James-Santos-768x543.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-2-foto-James-Santos-1536x1086.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-2-foto-James-Santos.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
<figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption">foto: James Santos</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-5-James-Santos-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-6686" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-5-James-Santos-1024x682.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-5-James-Santos-300x200.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-5-James-Santos-768x512.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-5-James-Santos-1536x1024.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-5-James-Santos.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">foto: James Santos</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="763" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-1024x763.jpg" alt="" class="wp-image-6689" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-1024x763.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-300x224.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-768x572.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-1536x1144.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">fotos: James Santos</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="729" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-2-1024x729.jpg" alt="" class="wp-image-6690" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-2-1024x729.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-2-300x214.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-2-768x547.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-2-1536x1094.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/foto-2.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">fotos: James Santos</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-20-James-Santos-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-6691" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-20-James-Santos-1024x682.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-20-James-Santos-300x200.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-20-James-Santos-768x512.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-20-James-Santos-1536x1024.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Jogo-de-Ginga-20-James-Santos.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">foto: James Santos</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1021" height="1024" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Sem-titulo-16-1021x1024.jpg" alt="" class="wp-image-6693" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Sem-titulo-16-1021x1024.jpg 1021w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Sem-titulo-16-300x300.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Sem-titulo-16-150x150.jpg 150w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Sem-titulo-16-768x770.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Sem-titulo-16-1531x1536.jpg 1531w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Sem-titulo-16.jpg 1994w" sizes="(max-width: 1021px) 100vw, 1021px" /><figcaption class="wp-element-caption">fotos: James Santos</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="795" height="1024" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Ilustracao-MOA-recompensa-1-795x1024.jpg" alt="" class="wp-image-6697" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Ilustracao-MOA-recompensa-1-795x1024.jpg 795w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Ilustracao-MOA-recompensa-1-233x300.jpg 233w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Ilustracao-MOA-recompensa-1-768x989.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Ilustracao-MOA-recompensa-1.jpg 932w" sizes="(max-width: 795px) 100vw, 795px" /><figcaption class="wp-element-caption">recompensa apoiador: arte MOA</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="687" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Cartaz-Show-Jogo-de-Ginga-Campo-I-1-1024x687.jpg" alt="" class="wp-image-6700" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Cartaz-Show-Jogo-de-Ginga-Campo-I-1-1024x687.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Cartaz-Show-Jogo-de-Ginga-Campo-I-1-300x201.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Cartaz-Show-Jogo-de-Ginga-Campo-I-1-768x515.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Cartaz-Show-Jogo-de-Ginga-Campo-I-1-1536x1031.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Cartaz-Show-Jogo-de-Ginga-Campo-I-1.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">arte newsletter</figcaption></figure>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Três anos de miradas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dudu Sperb]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Feb 2024 18:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[blog movimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A palavra movimento pode ter diversos sentidos, como deslocar, mudar, agir, caminhar, conduzir, transformar, produzir, impulsionar, animar, pensar e sinalizar, entre outros. Também pode ser associada à visualização, como quando, por exemplo, uma cena ou uma imagem é obtida graças à dinâmica que aplicamos no uso de uma câmera. Além disso, podemos entendê-la como segmento, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A palavra <em>movimento</em> pode ter diversos sentidos, como deslocar, mudar, agir, caminhar, conduzir, transformar, produzir, impulsionar, animar, pensar e sinalizar, entre outros. Também pode ser associada à <em>visualização</em>, como quando, por exemplo, uma cena ou uma imagem é obtida graças à dinâmica que aplicamos no uso de uma câmera. Além disso, podemos entendê-la como <em>segmento</em>, como ocorre com os movimentos de uma peça musical.    </p>



<p>Neste fevereiro de 2024, completam-se meus três anos de movimentos nesse Blog. Eu o intitulei justamente assim porque intuí que o que eu compartilharia aqui teria a ver com atividades e possibilidades variadas de processos, de fluxos, transições e pensamentos, tudo isso amalgamado pela baliza do tempo.</p>



<p>Embora eu tenha concebido esse espaço inicialmente com o intuito de divulgar um pouco dos meus trabalhos nas artes visuais, ele acabou se transformando igualmente num motor de outros conteúdos e experimentações, o que terminou por me colocar numa situação semelhante à do pequeno passarinho da foto, que do alto avista um mundo: ele fita e medita. Entretanto, no meu caso, se trata também de escrever a respeito das coisas, expondo livremente opiniões e ideias, a exemplo de um ensaísta. Essa percepção, porém, não me chegou extamente no começo e sim mais adiante.</p>



<p>Foi prazeroso e trabalhoso esse exercício de conceber as postagens, de escolher temas e imagens e evocar reminiscências.</p>



<p>Embora eu tenha, como todo mundo, meus pontos de vista, habitualmente não sou muito dado a emitir publicamente minhas opiniões. Por vários motivos. Um deles, e talvez o mais determinante, é o natural questionamento sobre a relevância disso, uma vez que todo juízo é sempre relativo por decorrer, inescapavelmente, de percepções particulares e, portanto, sujeitas à parcialidade e aos lapsos — incluindo-se aí, igualmente, os temas em que se tenha maior interesse, fluência ou expertise.</p>



<p>Mesmo as pessoas que estudam e se aprofundam bastante em determinados assuntos estarão sempre subordinadas a determinadas perspectivas: por mais versadas, iluminadas ou sábias, não terão como escapar das limitações impostas pelos <em>ângulos de visão</em>, pelo tempo e o espaço em que se encontram, pela informação que dispõem e a sensibilidade que possuem.</p>



<p>E, como a gente não pode deixar de ser quem é, nem obter todos os elementos para uma avaliação definitiva e muito menos possuir uma sensibilidade absoluta e descompromissada — ou seja, desprovida de alguma simpatia ou interesse —, por mais abrangentes e profundas que sejam, as avaliações estarão sempre e inevitavelmente sujeitas, elas próprias, a incompletudes e, portanto, passíveis de críticas e revisões.</p>



<p>Como não me considero um expert em nenhum assunto, o que acredito e desejo poder ter oferecido foi, apenas, o meu próprio <em>enfoque</em>.</p>



<p>Por isso, reafirmo meu propósito de rememorar, de tentar ajudar a &#8220;trazer à luz&#8221; e reflexionar, muito mais do que analisar profundamente ou sagazmente criticar, embora eu, naturalmente, também desejasse expor meus entendimentos e preferências. Reitero que tudo isso serviu muito mais para que eu próprio organizasse meus pensamentos e minhas visões.</p>



<p>Assim, não sendo um intelectual, se algumas das minhas colocações soaram banais ou equivocadas a algumas pessoas, uma vez que as expus dentro de um espaço próprio e sem a carga de responsabilidade ou o compromisso de um erudito, creio ter respeitado tanto quem me julgou limitado, quanto quem chegou a encontrar algum sentido no que eu tenha ousado apresentar aqui.</p>



<p>Hoje, portanto, finalizo um ciclo e, por isso, faço como que um fechamento. </p>



<p>Não posso asseverar que, mais adiante, não volte a me expressar por aqui. Porém, se o fizer, certamente não será com a periodicidade mínima de uma vez por mês, compromisso que vinha me impondo até o momento.  </p>



<p>Agradeço ao pequeno grupo de pessoas que, durante esses trinta e sete meses, chegou a ler algumas das minhas <em>mal traçadas linhas</em>, a apreciar um pouco das minhas criações visuais e até mesmo a comentá-las ocasionalmente. Não fosse por vocês, eu teria divagado completamente <em>solo</em>.</p>



<p>Novamente, envio meus <em>abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim</em>.</p>



<p>Até&#8230;</p>
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		<title>Verão no Uruguai</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dudu Sperb]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 13:28:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Visuais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre gostei demais do Uruguai e sua gente, um povo educado, tranquilo, receptivo. Essa disposição das pessoas de lá faz com que a gente se sinta seguro e calmo, transformando uma experiência de férias — como os parcos cinco dias que ali permancemos nesse verão — num tempo reparador. Dessa vez conhecemos alguns lugares novos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sempre gostei demais do Uruguai e sua gente, um povo educado, tranquilo, receptivo. Essa disposição das pessoas de lá faz com que a gente se sinta seguro e calmo, transformando uma experiência de férias — como os parcos cinco dias que ali permancemos nesse verão — num tempo reparador.</p>



<p>Dessa vez conhecemos alguns lugares novos, como Las Flores, a Playa Verde, a Playa Hermosa etc. e voltamos a Piriápolis, balneário bonito onde, há alguns anos, tivemos a sorte de nos hospedar no belo e antigo prédio do Argentino Hotel, que fica de frente pro mar.</p>



<p>As fotos que compartilho aqui são apenas uma pequena amostra do tanto que registrei, mas através delas se pode adivinhar um pouco da beleza e diversidade que existe nesses lugares encantadores. </p>



<p>Em focos mais ou menos temáticos, há cenas caseiras, bichos, paisagens e pedras — nas praias se encontra uma infinidade delas, de inúmeras cores, desenhos, tamanhos e formas. </p>



<p>Viva esse pequeno grande país. E vivam as férias, os encontros, as vivências felizes.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/01/IMG_6667-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-6497" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/01/IMG_6667-1024x682.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/01/IMG_6667-300x200.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/01/IMG_6667-768x512.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/01/IMG_6667-1536x1024.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2024/01/IMG_6667.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Poesia, então</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dudu Sperb]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 19:12:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para fechar minhas postagens de 2023, hoje apresento um trabalho que muito me encantou realizar. Em 2017 fui convidado pela coordenadora do Unimúsica da UFRGS, Lígia Petrucci – com quem eu era e continuo casado –, para elaborar a criação visual da série daquele ano. Desde que ela começou a conceber e produzir as atividades [&#8230;]</p>
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<p>Para fechar minhas postagens de 2023, hoje apresento um trabalho que muito me encantou realizar.</p>



<p>Em 2017 fui convidado pela coordenadora do Unimúsica da UFRGS, Lígia Petrucci – com quem eu era e continuo casado –, para elaborar a criação visual da série daquele ano.</p>



<p>Desde que ela começou a conceber e produzir as atividades do projeto, há duas décadas, essa minha condição de cônjuge impediu que eu fosse escalado para participar das programações, apresentando meu trabalho musical – fato sobre o qual sempre estivemos de acordo por entender que nossa proximidade a impossibilitava de, muito embora desejasse, me convidar para participar do projeto como um artista atuando no palco.</p>



<p>Apesar disso, eu participei de diversas outras formas, auxiliando-a, aqui e ali, sobretudo nos bastidores. A única atividade que eu exercia na presença do público, ao microfone, era dando as boas-vindas nas aberturas de cada espetáculo e apresentando as atrações.</p>



<p>Porém, eis que em 2017 surgiu essa demanda – não remunerada – que dizia respeito a uma outra atividade minha, mais esporádica e menos conhecida, que é a de artista visual.</p>



<p>A série de 2017 não poderia ter um nome mais sugestivo e belo: <em>poesia, então</em>. Por possuir esse foco nas palavras, acabei desenvolvendo para a arte daquele ano, como num desdobramento, algo em que eu já vinha trabalhando, havia algum tempo.</p>



<p>Em 2011 eu idealizei e confeccionei uma série de azulejos para uma cadeira de cerâmica, do curso de Artes Visuais da UFRGS – para onde retornei, temporariamente, com o intuito de me ambientar novamente com a academia, antes de talvez tentar o mestrado. Esse trabalho se fundava, justamente, nas palavras. Já comentei sobre ele no blog. Para acessar o conteúdo, basta clicar aqui:  <a href="https://www.dudusperb.com.br/1755-2/"><em>www.dudusperb.com.br/1755-2/</em> </a></p>



<p>Foi, portanto, partindo da mesma ideia daquele projeto das placas de cerâmica, em que sobreposições e espelhamentos de palavras deram origem a estampas únicas, que concebi as novas imagens para o Unimúsica. Para o cartaz principal, ao invés de apenas uma palavra, entretanto, dessa vez o objeto e ponto de partida era uma frase, ou seja, o próprio título da série.</p>



<p>Escolhi as cores – complementares – azul e laranja, mantendo no entorno das mandalas as molduras elaboradas a partir do mesmo texto. Depois, elaborei da mesma forma cada uma das imagens com os nomes de artistas participantes daquela edição.</p>



<p>Infelizmente, com a perda de arquivos de um HD, desapareceram os registros originais e perdi alguns nomes, só me restando as estampas que compartilho aqui.</p>



<p>A Lígia já passou a coordenação do Unimúsica para a Ana Laura Colombo de Freitas. Antes de se aposentar, porém, ela lançou, agora em dezembro, o livro <em>Unimúsica 40 Anos</em>, que conta uma boa parte da trajetória deste que é um dos mais ricos, importantes, felizes e emblemáticos projetos culturais realizados em uma universidade, em nosso país. Na edição, se pode apreciar diversas artes das séries. Para meu grande contentamento, minha criação também se encontra ali.</p>



<p>Agora que o ano finda e que se repensa com mais empenho a vida e também nossos projetos – ainda mais nesses tristíssimos tempos em que vivemos –, a poesia pode ser de grande significação. Não apenas por sua fruição, pelo encantamento que nos traz, mas também no sentido de nos permitir uma melhor percepção e reorientação daquilo em que acreditamos: o que praticamos ou apoiamos, o que pretendemos, o que entendemos sobre “estar aqui” e o que desejamos para nós e para as outras formas de vida neste nosso esplendoroso planeta que agora agoniza.</p>



<p>Se não possuímos uma resposta exata e pronta para tudo, <em>poesia, então</em>.</p>



<p>Me despeço de 2023 e das pessoas que aqui me acompanham, desejando, o quanto for possível, um novo ano verdadeiramente próspero para toda a Vida da Terra.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="502" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-1-1024x502.jpg" alt="" class="wp-image-6421" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-1-1024x502.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-1-300x147.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-1-768x376.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-1-1536x753.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-1-2048x1004.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="2560" height="1256" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-2-scaled.jpg" alt="" class="wp-image-6422" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-2-scaled.jpg 2560w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-2-300x147.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-2-1024x502.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-2-768x377.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-2-1536x754.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-2-2048x1005.jpg 2048w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="502" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-3-1024x502.jpg" alt="" class="wp-image-6425" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-3-1024x502.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-3-300x147.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-3-768x376.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-3-1536x753.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-3-2048x1004.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="502" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-4-1024x502.jpg" alt="" class="wp-image-6426" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-4-1024x502.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-4-300x147.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-4-768x376.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-4-1536x753.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-4-2048x1004.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="481" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-5-1024x481.jpg" alt="" class="wp-image-6427" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-5-1024x481.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-5-300x141.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-5-768x361.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-5-1536x721.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-5-2048x962.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="950" height="297" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-6.jpg" alt="" class="wp-image-6431" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-6.jpg 950w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-6-300x94.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Blog-6-768x240.jpg 768w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" /></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="724" src="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cartaz-Unimusica-2017-Poesia-Entao-2-1024x724.jpg" alt="" class="wp-image-6432" srcset="https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cartaz-Unimusica-2017-Poesia-Entao-2-1024x724.jpg 1024w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cartaz-Unimusica-2017-Poesia-Entao-2-300x212.jpg 300w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cartaz-Unimusica-2017-Poesia-Entao-2-768x543.jpg 768w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cartaz-Unimusica-2017-Poesia-Entao-2-1536x1086.jpg 1536w, https://www.dudusperb.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Cartaz-Unimusica-2017-Poesia-Entao-2.jpg 1900w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Elis &#038; Tom, o filme</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dudu Sperb]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2023 17:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escritos]]></category>
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<p>As filmagens realizadas em 1974 por Roberto de Oliveira, Tom Job Azulay e equipe, durante o período em que Elis Regina e Tom Jobim se encontraram em Los Angeles (EUA) para criar o lendário álbum <em>Elis &amp; Tom</em>, por tudo que representam, não são menos que excepcionais. Elas compõem um registro histórico de valor incomensurável e que foi inovador, em se tratando de música brasileira, ao captar cenas ao vivo de uma gravação em estúdio, algo similar ao que foi feito com os Beatles e que, posteriormente, deu origem ao documentário <em>Get Back</em>.</p>



<p>Isto posto, quero frisar que as considerações que faço aqui não têm, em absoluto, o intuito de desvalorizar o documentário que resultou desse material. Ao contrário, minha avaliação crítica tem como objetivo somar e não diminuir.</p>



<p>Além do meu amor por Elis e por Tom, o que me levou a escrever sobre essa película foram tanto a vontade de organizar meus pensamentos, reexaminar e aclarar minhas impressões, quanto de compartilhá-las, de forma despretensiosa, por entender que sempre há coisas a se considerar e agregar em relação aos eventos, ainda mais em se tratando de um encontro de tamanha dimensão, como esse entre a nossa maior cantora e o nosso maior compositor.</p>



<p>Quando fui assistir a <em>Elis &amp; Tom – Só tinha de ser com você</em>, há muito eu aguardava a oportunidade de conferir mais e melhor os momentos desses dois gigantes da música, juntos em Los Angeles. Anteriormente, apenas a TV Bandeirantes havia disponibilizado um pouco desse material em um programa. &nbsp;</p>



<p>Eu sabia que as filmagens somavam algumas horas e pensei que seria a elas que finalmente teríamos acesso – senão todas, pelo menos à maior parte. Por isso fiquei um pouco surpreso, e até um tanto decepcionado num primeiro momento, ao perceber que o filme trazia muitas outras passagens, sobretudo de depoimentos, diminuindo o tempo do que eu mais esperava poder apreciar, que eram as cenas daquele encontro. Depois compreendi que se tratava muito mais de uma obra que se propõe também a contextualizar e interpretar, do que unicamente apresentar, na íntegra ou em parte, o material rodado originalmente. No entanto, embora muitas das análises dos entrevistados ajudem a compreender em boa parte as conjunturas do momento, algumas das percepções e visões pessoais expostas no filme me aborreceram um pouco. Cismado, procurando entender melhor o que havia de fato me desagradado, resolvi assisti-lo novamente, o que fiz poucos dias depois.</p>



<p>A escolha das entrevistas como um caminho narrativo, costurando o relato do que aconteceu naqueles dias do começo de 1974 e servindo como base para a análise do contexto, não foi o que me incomodou, uma vez que há muitas falas interessantes e pertinentes. O problema, porém, é que há outras em alguma medida excessivas ou desnecessárias, alegações que soam categóricas, parciais, ou mesmo incorretas nalgumas circunstâncias e que revelam mais sobre o entrevistado e suas expectativas do que propriamente sobre as pessoas a quem se referem; no caso, Elis e Tom. </p>



<p>Se, por um lado, é realmente enriquecedor o fato do documentário se servir de tantos pontos de vista — mais do que tudo, por apresentar dados históricos —, por outro, ele tende por vezes a se focar demasiadamente nas tensões, em desfavor da alegria, da sintonia e do envolvimento que seguramente também constituíram e nortearam a feitura do álbum e que poderiam ser melhor valorizados. Nesse sentido, ao invés de permitir à audiência que chegue mais livremente às suas próprias conclusões, sem o peso de tantas especulações, o filme acaba orientando bastante a visão dos acontecimentos através de opiniões de pessoas cujas perspectivas e compreensões tomam um ar quase definitivo. Isso se amplia ainda mais, é claro, pelo fato de que nem Elis, nem Tom estão mais presentes para poderem refutá-las ou endossá-las, a partir de seus próprios testemunhos.</p>



<p>Ao longo do tempo, tornou-se um clichê se apontar invariavelmente os aspectos &#8220;problemáticos&#8221; da personalidade de Elis. Assim, sempre que ouvi ou li comentários sobre esse encontro de Los Angeles, em algum ponto eram creditadas a ela as <em>tensões</em> que quase causaram o fracasso daquela empreitada. Lembro agora de um pequeno texto incluído no <em>Cancioneiro Jobim</em> no qual o ânimo da cantora em relação ao projeto do disco é praticamente sintetizado na seguinte frase: <strong><em>”Tom não disfarçava sua birra com o piano</em></strong> <strong><em>elétrico programado para algumas faixas e defendido com unhas e dentes por Elis, que o considerava o supra-sumo da modernidade”</em></strong>. A palavra <em>birra</em>, que possui um caráter quase inocente, por ser algo próprio das crianças, contrasta com as <em>unhas e dentes</em>, a ferocidade, portanto, atribuída a Elis, transmitindo uma ideia de confronto e inflexibilidade por parte dela. Desse modo, sua opção ou preferência por um tipo de som e instrumentação — algo corriqueiro em se tratando de um trabalho musical — é complexificada ao lhe ser conferido um teor agressivo, e desqualificada e ironizada ao ser reduzida a apenas um <em>modismo</em>. De tal maneira essas narrativas passaram a fazer parte da história, que elas terminaram por ganhar quase tanto destaque quanto a qualidade do disco em si. O que é uma pena. </p>



<p>Porém, mesmo que possa parecer paradoxal, nesse sentido o filme tem, simultaneamente, o mérito de aclarar um pouco os fatos, uma vez que, pela fala inédita de César Mariano, pianista, arranjador e marido de Elis, ficamos sabendo melhor sobre os motivos dos atritos e que, em verdade, esses <em>ruídos</em> se concentraram principalmente entre ele e Tom. Isso teria acontecido não apenas devido à resistência inicial do compositor pela utilização do piano elétrico e da da guitarra, mas também por sua objeção a que o pianista fosse o arranjador do disco. César é enfático ao relatar o quão difícil foi para ele esse processo, algo que evidentemente deixou Elis aflita e dividida a ponto de fazê-la pensar em desistir de levar adiante o projeto e voltar ao Brasil. Ficamos sabedo também com maior clareza do susto de Tom, uma vez que ninguém o havia preparado — e tampouco a Elis e César de que Tom ainda não estva a par — e que aquele encontro teria sido gestado sem que as partes soubessem com exatidão qual seria a proposta quanto à feitura do álbum. Elis foi para lá com seus músicos e seu arranjador para gravar o <em>seu</em> álbum com a participação do maestro soberano. E Tom, por sua vez, considerou evidentemente que, como o disco também seria seu, ele necessitava ter ingerência no processo — inclusive, e sobretudo, em relação aos arranjos. </p>



<p>Então se percebe que, em princípio, todos eles estavam certos e que o que havia complicado um pouco aquele começo foram certas &#8220;falhas de organização&#8221;. Isso porque Aloysio de Oliveira, o produtor, temia que Tom não aceitasse participar e portanto resolveu, como estratégia, só lhe revelar o verdadeiro teor daquele encontro quando todos já estivessem reunidos e fosse tarde demais para declinar. Possivelmente, essas lacunas de informação fossem mesmo, em alguma medida, necessárias para que, no final, a coisa pudesse acontecer.</p>



<p>No entanto, mesmo considerando esses percalços e essa dificuldade inicial, os trabalhos seguiram adiante, levados pela vontade de todos, sem que houvesse rompimentos nem ninguém saísse ferido. Aos poucos, tudo foi se arranjando e se equilibrando. Em resumo, estava tudo <em>certo</em> naquele modo um tanto <em>errado</em> de principiar as coisas, ainda mais considerando as peculiaridades de uma empreitada dessa envergadura, envolvendo artistas geniais. Mas o que de fato importa é que, quando as sessões de gravação começaram e a convivência entre eles cresceu e ganhou foco naquilo que verdadeiramente os aproximava, que era a música, tudo foi pro lugar. Tudo deu definitivamente <em>certíssimo</em>, se confirmando a potência artística daquelas pessoas que criaram, para a alegria dos ouvintes, mundo afora, um dos mais belos álbuns de todos os tempos.</p>



<p>Numa história como essa, evidentemente há muito de conjecturas. Assim sendo, é necessário se deixar espaços vazios, sem respostas absolutas, até para que o público possa completá-los com sua sensibilidade e sua imaginação. Outras informações, entretanto, são fundamentais. Especialmente as mais objetivas, que dão conta de aspectos menos questionáveis. Por isso, entendo a preocupação do diretor em contextualizar aquele momento e apresentar alguns dados sobre a carreira individual dos dois artistas até ali. São elementos relevantes, particularmente para as novas gerações e para as futuras. Senti, porém, nas narrativas sobre as trajetórias, especialmente de Elis, alguns exageros ou, ouso mesmo dizer, algumas imprecisões.</p>



<p>Particularmente problemáticas são duas falas do já falecido André Midani, produtor musical e profissional do mercado fonográfico brasileiro, amigo e colaborador de Elis, à época presidente da Phillips, sua gravadora. </p>



<p>Num determinado momento ele profere uma primeira frase bombástica, afirmando que “a Elis não gostava do Tom”. Na edição do filme essa fala se encontra segmentada. Mais adiante, deslocada, aparece a continuidade desse comentário, em que ele faz um <em>reparo</em>, dizendo algo como: &#8220;mas ela não gostava dele porque tinha medo de que ele não a aprovasse&#8221;. Porém, a essas alturas, o estrago já está feito e o impacto da assertiva de que Elis não ia com a cara de Tom, amparada pela ideia constantemente difundida de que ela era uma pessoa difícil, causa um certo choque, é algo que faz a gente pensar: <em>por que cargas d&#8217;água, então, ela teria ido gravar um disco com ele</em>? </p>



<p>Esse é um dos comentários que, ao meu ver, além de ser totalmente dispensável, uma vez que a própria Elis sempre assumiu ser uma pessoa insegura, não faz jus à verdade. Ela não apenas gostava de Tom, como o idolatrava. Felizmente consta também na película uma parte da entrevista de Elis para o <em>Programa Ensaio</em> (da TV Cultura de SP), em que ela fala sobre Tom Jobim e deixa claro o seu sentimento por ele. Então, uma insinuação desse tipo não traz absolutamente nada de positivo, apenas reafirma uma disposição para a polêmica. E, não bastasse constar no documentário, esse comentário infeliz de Midani foi colocado também no trailer do filme.</p>



<p>Uma segunda declaração desnecessária, e ainda mais desastrosa, ao comentar sobre a carreira internacional de Elis — que foi interrompida por sua morte — , entre outras coisas, ele afirma que ela se matou e que o fez conscientemente. A hipótese de que ele estivesse falando metaforicamente não se sustenta em relação a uma frase tão chocante. É evidente que a grande maioria das pessoas fará uma leitura literal, que é o que de fato parece, ainda mais colocado, assim, tão cabalmente. E, mesmo que essa fosse a sua interpretação sobre o trágico desparecimento da cantora, uma afirmação como essa é injusta e excessiva, tanto por soar taxativa — como se ele pudesse dar conta de toda a sua complexidade humana, da dimensão emocional, das aflições, indecisões, enfim, da visão de Elis sobre as coisas e do modo como ela lidava com isso —, quanto por inferir que ela tenha indubitavelmente cometido suicídio.</p>



<p>Quem tiver tempo e interesse em assistir a algumas das últimas entrevistas de Elis, vai perceber que ela, até poucos dias antes de falecer continuava sorrindo e se interessando pela vida, pelas coisas de sua profissão e de seu país, trocando ideias e fazendo projetos. Não existe sequer uma evidência de que ela estivesse atravessando uma depressão profunda que a fizesse desistir de viver. Na última delas, inclusive, no programa <em>O Jogo da Verdade</em> (TV Cultura de SP), mais uma vez, ao comentar sobre os filhos, ela se refere ao cuidado que eles ainda necessitavam. O que de fato aconteceu com Elis no seu final, ninguém jamais saberá. Mas, justamente por isso, elucubrações como essa não agregam absolutamente nada além de controvérsia. </p>



<p>Sobre o percurso de Elis até o momento do seu encontro com Tom em Los Angeles, do modo como foram colocadas no filme, duas passagens me causaram estranhamento. A primeira delas é quando Roberto de Oliveira, que foi empresário de Elis, comenta sobre um certo desgaste de imagem por conta de sua participação (cantando) nas Olimpíadas do exército, em 1972 — um episódio duro para ela, que deixou suas marcas e que, entre outros efeitos negativos, fez com que o cartunista Henfil a <em>enterrasse</em> no seu <em>Cemitério dos Mortos-Vivos do Caboco Mamadô</em>, no semanário <em>O Pasquim</em>, do que, posteriormente, ele se arrependeu. O que me espantou em relação a isso foi o fato de, no filme, Roberto de Oliveira dar a entender, ligeiramente, que ela teria cantado nessa ocasião por estar fazendo muitos shows à época, isto é, como se fosse uma decorrência natural de sua atividade artística intensa. Entretanto há vários relatos (inclusive da própria Elis) que dão conta de que, como outros artistas, ela teria sido obrigada a participar desse evento. Tratava-se de um <em>convite</em> ao qual não se podia — ou não se devia — recusar. Dito de outro modo, não havia necessidade de que a imposição fosse explícita. Ela já tinha sido obrigada a depor perante os militares e sabia da violência que poderia ser vítima caso não colaborasse com eles.</p>



<p>Aquele começo dos anos setenta foi um dos piores momentos da ditadura militar brasileira, com prisões, torturas e desaparecimentos, com todo o pavor dos porões do Doi-Codi. Então, o motivo do comparecimento de Elis (que, à época, era mãe de uma criança de dois anos), quando chamada pelos militares, não me parece que possa ter como justificativa uma simples implementação da produção de shows. Ali se tratava, inequivocamente, de algo muito maior: de uma decisão que dizia respeito à sua própria segurança e também de sua família. Faltou na película uma menção explícita a essa circunstância que não foi, de nenhuma forma, algo banal. Até porque se estabeleceria, a partir dali, por parte de Elis, uma atitude muito mais consciente e manifesta em termos políticos, algo que, justamente com exceção de <em>Elis &amp; Tom</em>, ela vai continuar trazendo a cada um de seus trabalhos posteriores.</p>



<p>Outro ponto que me chamou a atenção, que diz respeito a particularidades do canto de Elis, é a menção de que ele supostamente teria se suavizado, se tornando mais sóbrio, enfim, que uma mudança significativa teria se produzido no seu modo de cantar depois do encontro e do disco com Tom. </p>



<p>Elis, como pessoa e artista extremamente sensível e inteligente, nunca deixou de evoluir, de se modificar, de se deixar influenciar por suas experiências e por aquilo que ela considerasse importante  — em qualquer nível. Sua trajetória, até bem antes do encontro com Tom Jobim, já havia evidenciado isso inúmeras vezes. Portanto, não seria diferente nesse caso, após uma vivência e uma troca como essa, com um dos maiores músicos e compositores de que já se teve notícia. É claro que houve influências. E, certamente, recíprocas, como acontece com pessoas com tamanho poder de percepção. Porém, quem poderia afirmar ou estabelecer precisamente o quanto, de que modo e por quanto tempo elas duraram?</p>



<p>Nesse sentido, aliás, há outras considerações. Se na sua introdução de forma mais ampla para o público brasileiro, cantando <em>Arrastão</em>, de Edu Lobo e Vinicius de Moraes, no Primeiro Festival da Canção, em 1965, Elis apresentava uma interpretação exuberante, além de ser uma possibilidade alicerçada em um talento fora do comum de uma menina de apenas 20 anos, esse era um traço de estilo àquela altura e se devia, igualmente, ao fato de que a canção e o momento <em>demandavam</em> intensidade. Porém ela não cristalizou esse modelo de performance. Ao contrário. No LP de 1968, por exemplo, quando se debruça justamente sobre três canções de Tom Jobim pela primeira vez em um disco solo, sua voz traz suavidade e comedimento ao cantar <em>Wave</em>, <em>Fotografia</em> e <em>Outra vez</em>. Já ali, ela se apresenta com muito mais moderação e delicadeza, apesar de manter — como sempre — sua enorme expressividade. Nesse mesmo disco, ela se manifesta igualmente leve em <em>De onde vens</em>, de Dori Caymmi e Nelson Motta, e <em>Bom tempo</em>, de Chico Buarque, e o mesmo acontece nos LPs de 1969, <em>Elis, como e porquê</em>, e <em>Aquarela do Brasil</em>, que ela gravou na Suécia com Toots Thielemans.</p>



<p>No final dessa década e começo dos anos 70, acontece outra explosão vocal e mudança estilística por conta da influência do Blues e do Soul que ela certamente estava escutando bastante. Porém, em 1972 há novamente uma guinada: o primeiro disco com arranjos de César Mariano traz uma Elis suave como nunca, com um modo completamente diferente de entoar, uma artista branda, renovada. Essa Elis é, também, ainda anterior ao encontro com Tom em Los Angeles. E logo depois do LP com Jobim, um novo salto: é uma <em>voz</em> totalmente diferente que se manifesta no LP <em>Falso Brilhante</em>, de 1976, que não tem nada a ver com aquela de <em>Elis &amp; Tom</em>, nem com as anteriores.</p>



<p>Esses são apenas alguns exemplos, há muitos mais. Mas o que eu queria chamar a atenção é para o fato de que, embora a influência do encontro com Tom Jobim seja indiscutível, Elis não chegou a moldar uma <em>nova personalidade musical</em> a partir dali, como o filme pretende inferir. Porém, é verdade que a forma como ela abordou o repertório jobiniano nesse disco, com uma inflexão muito mais natural da voz, foi única. Para isso, contribuíram, sem dúvida, a presença de Tom e a troca intensa entre ambos, sua paixão por aquele repertório que há muito ela sonhava registrar, os músicos excepcionais e os arranjos perfeitos, entre outras coisas. Mas é inegável também que isso se deveu em maior medida à sua incrível sensibilidade, ao seu senso de adequação e cuidado em relação ao que ela interpretava, modulando e desenvolvendo seu canto em conformidade com o teor de cada composição, com o sentido das canções e dos arranjos, uma habilidade e um talento que ela sempre possuiu e soube colocar em prática para atingir o máximo em suas performances. </p>



<p>Na verdade, depois do encontro com Tom, Elis continuou mudando, inovando e se desenvolvendo em muitas outras direções, brilhantemente inquieta como era. Isso, porque suas influências eram absorvidas, diluídas e transformadas — como de resto em toda a sua trajetória —, no melhor estilo <em>antropofágico</em>, de modo que o que sempre resultava era uma <strong><em>nova Elis</em></strong>, fruto de inúmeros fatores quase impossíveis de se medir ou definir.</p>



<p>Mesmo no final da vida, sob a influência de Rita Lee, a partir da crença na alegria que ela redescobriu em si mesma, Elis Regina em certa medida retomou algo que era seu, que sempre fez parte de sua personalidade e que já fora mais vivenciado lá atrás, desde quando ela imitava outras cantoras no <em>Fino da Bossa</em> ou fazia suas performances cômicas com Jair Rodrigues e depois com Miele, até as gargalhadas de <em>Irene</em>, de Caetano Veloso, ou <em>Vou deitar e rolar (Quaquaraquaquá)</em>, de Baden Powell e Paulo César Pinheiro etc. No final, ela que estava cansada de <em>brigar contra os moinhos</em>, inspirada pela amiga que tanto admirava, resgata e implementa no seu canto novamente o humor, a animação, o deboche. </p>



<p>Porque Elis era assim, a própria metamorfose ambulante: não parou nunca de mudar e mudar e mudar&#8230; até que mudou de plano astral e nos deixou, mais uma vez, completamente perplexos.</p>



<p>Quem não assistiu ainda ao documentário <em>Elis &amp; Tom – Só tinha de ser com você</em>, deve fazê-lo. Apesar de algumas ressalvas que trago aqui, reitero minha crença de que se trata de um trabalho de enorme importância, que emociona e apresenta momentos sublimes. Sobretudo aqueles em que brilham duas das maiores personalidades da música mundial: os eternos Elis e Tom.</p>
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